Ó
amada, ó belíssima.
Quantas solitárias noites passei a te passar em memória?
Tantas longas estradas caminhei a esperar tua imagem.
E mesmo assim, fulguras estar longe de mim.
Tão belamente próxima e tão tristemente distante .
Teu coração já não é meu.
Tua boca não me beija.
Mas me diga minha amada.
Em quem és que pensa quando está deitada?
Quando a vida insistes em ruir?
Quando a esperança não resolve aparecer?
Seria em minha breve imaginação:
Um cavaleiro reluzente, de armadura e espada empunhada.
Lutando por ti, tanto, que por ti, morreria.
Me responda, sem trepidar, minha amada
"Se alguma chance de ser teu cavaleiro, eu teria?"
Quantas solitárias noites passei a te passar em memória?
Tantas longas estradas caminhei a esperar tua imagem.
E mesmo assim, fulguras estar longe de mim.
Tão belamente próxima e tão tristemente distante .
Teu coração já não é meu.
Tua boca não me beija.
Mas me diga minha amada.
Em quem és que pensa quando está deitada?
Quando a vida insistes em ruir?
Quando a esperança não resolve aparecer?
Seria em minha breve imaginação:
Um cavaleiro reluzente, de armadura e espada empunhada.
Lutando por ti, tanto, que por ti, morreria.
Me responda, sem trepidar, minha amada
"Se alguma chance de ser teu cavaleiro, eu teria?"
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