Tantas vezes me peguei me perguntando se não sei. Se não sei
a matemática das estrelas, a aritmética do amor, a geometria da amizade e a
história do rancor. Já fiz contas, multiplicações mas sempre chego ao mesmo
resultado: de que nada sei. Já procurei encontrar o máximo denominador comum da
vida. É muito difícil encontrar, já me cansei de procurar, essa maneira de
achar no conhecimento dos homens a razão para viver. Para continuar com essa
progressão geométrica infinita. Mas o resultado que encontro é o mesmo, não
diria que é nulo, mas sim que é tudo. Só sei que nada sei.
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